O Instituto Tiê é uma organização que nasceu em 2012 com o objetivo de apoiar pessoas em seu desenvolvimento emocional. Com o passar dos anos, entendemos que nossa missão tem um tema específico: ajudar as pessoas a conviver.
Aprender a conviver é um dos pilares da educação segundo a Unesco, e nós percebemos que existe uma lacuna no processo de aprendizagem da grande maioria de nós quando o assunto é relacionamento humano.
Trabalhamos praticando e ensinando tecnologias de convivência, tais como: Comunicação Não Violenta, Mediação de Conflitos e Círculos Restaurativos. Existimos enquanto organização para contribuir com o aprimoramento das relações humanas, ajudando na compreensão dos conflitos como oportunidades de aprendizado e evolução conjunta, na construção de pontes e na sensibilização sobre o quanto ainda temos que avançar em termos de estruturas sociais que considerem as necessidades humanas em seus variados contextos, e as tenham como prioridade.
Sonhamos um mundo no qual todas as formas de opressão estrutural sejam erradicadas e em que a cultura do cuidado e da compaixão seja o norte de nossas relações pessoais e profissionais, em todas as esferas. Por isso, fazemos da não-violência o princípio norteador das nossas ações e provocamos outras pessoas e organizações a fazerem o mesmo.
Entendemos que somos parte de uma transformação maior, por isso, buscamos estar comprometidas com medidas ousadas e transformadoras que são urgentemente necessárias para direcionar o mundo para um caminho sustentável e resiliente.
Nossa atuação vai ao encontro com os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, mais diretamente com:
Dentro da organização formalizamos uma política transparente e justa de pagamento. Cultivamos abertura para conversas importantes e buscamos continuamente oportunidades de formação e aprendizado para aprimorar nosso trabalho.
Oferecemos anualmente cursos gratuitos para organizações que geram impacto social e bolsas de estudos em todos os nossos cursos e atividades que são direcionadas para pessoas pertencentes a grupos minorizados.
Não acreditamos na violência como um meio de construir um mundo humano. Somos guiadas pelo desejo de não fazer mal a outros seres e de incentivar mais pessoas a fazerem o mesmo. O princípio da não-violência faz de nós uma organização antirracista, feminista, anticapacitista e a favor dos direitos LGBTI+.
Percebemos que tocar o coração das pessoas é tão importante quanto ensinar algo a elas. Criamos ambientes de aprendizagem leves e divertidos.
Buscamos sempre praticar o que ensinamos, a começar pela abertura em aprender.
Oferecemos bolsas de estudo em todas as atividades que oferecemos. Temos por princípio que a "descoberta progressiva do outro" só pode se dar em espaços diversos. Dessa maneira, através das bolsas, temos o prazer em receber em nossos encontros pessoas que são parte de grupos minorizados na sociedade e que não podem arcar com o investimento nos cursos.
A equipe do Instituto Tiê é hoje formada por 5 pessoas. Temos o desejo que ela continue crescendo e que nosso grupo tenha cada vez mais diversidade em sua composição.
Desde que fundei o Instituto Tiê em 2012 me tornei uma entusiasta da empatia, da comunicação autêntica e do poder da não-violência para promover transformação social.
Conto mais da minha trajetória com a CNV nas palestras que fiz para o TEDxTalk PedradoPendedo “Para Início de Conversa” (2016) e para o TedxTalk ArvoreGrande “Como demonstrar empatia em uma sociedade desigual” (2019).
Ofereço os cursos Caminho da Comunicação Autêntica, Comunicação Empática no Ambiente de Trabalho e Jornada para Facilitadores de CNV que já receberam milhares de pessoas de todo o Brasil e alguns países do mundo.
Professora convidada do MBA da PUC-RS, em Liderança, Gestão de Equipes e Produtividade. Autora do livro O Círculo- Conversando a gente se entende, publicado pelo selo Escarlate da Companhia das Letrinhas.
Os cursos que mais impactaram minha jornada profissional até hoje foram: Mediação de Conflitos pela Palas Athena, Coaching Ontológico pelo Território Appana e dezenas de cursos de Comunicação Não Violenta, entre eles o Intensive International Training do Center for Non Violent Communication.
CURIOSIDADES: Sou bióloga de formação e, ao contrário do que muita gente pensa, acho que o que faço hoje em dia tem tudo a ver com biologia. Ficar perto da natureza é um bálsamo para minha alma, ela é o fenômeno visível e óbvio de que tudo está interconectado! Escuto música praticamente o dia todo, MPB é minha favorita e Milton Nascimento é tipo… Deus. Para quem gosta de signo: sou capricorniana. Mas o ascendente é em peixes (muitos dizem que é isso que me salva). Sou apaixonada por jogar futebol, mas hoje em dia não jogo muito (ligamentos do tornozelo mandam um alô!). Sou estudante de palhaçaria e apaixonada pela alquimia proporcionada por uma boa risada. Muitas vezes olho nos olhos de minha filha e me acho muito parecida com ela, até que caio na real e me lembro que o normal seria pensar o contrário, que é ela que é parecida comigo.
Oi, tudo bem? Eu sou a Juliana Calderón e vou te contar um pouquinho mais sobre mim – espero descobrir mais sobre você em breve também. 🙂
Me formei em Comunicação Social pela FAAP, e iniciei minha carreira na comunicação em grandes agências de publicidade como a W/Brasil (criação) e a Almap BBDO (RTV).
Curiosa sobre os mistérios do mundo e sobre mim mesma, decidi me mudar para Londres, onde vivi por 4 anos. Durante esse tempo, entre trabalhos, viagens e experiências das mais malucas (risos), estudei Teatro nas escolas Central School of Speech and Drama e The London Centre for Theatre Studies e realizei um curso introdutório à Psicoterapia Existencial na New School of Psychotherapy & Counselling. (Ah, nessa época fiquei viciada nos livros do psicoterapeuta Irvin D. Yallom. Amo.)
De volta a São Paulo passei a trabalhar como consultora e facilitadora de treinamentos em oratória e roteiros para apresentações para grandes empresas, estudei Dramaturgia pelo Sesi British Council, Coaching pela Sociedade Brasileira de Coaching e passei a me aprofundar cada vez mais na importância da escuta empática, da compaixão e da acolhimento da nossa vulnerabilidade para a construção de relações humanas mais saudáveis, colaborativas e sustentáveis dentro das organizações.
Mas foi em 2015 que finalmente descobri Marshall Rosemberg e a Comunicação Não Violenta. Que bom que alguém tinha dedicado sua vida a facilitar a conexão entre as pessoas e criado inclusive uma metodologia de comunicação com esse propósito! Fiz vários cursos, incluindo o CCA com a Carol (sei que sou suspeita pra falar, mas fortemente recomendo!), o Semente de Confiança com a facilitadora e fundadora de comunidades intencionais Ita Gabert (Sieben Linden – Alemanha), o International Intensive Training em CNV pelo Non Violent Communication Center – NVCC e a formação em Cultura de Paz e Tecnologias de Convivência pela Palas Athena. Sou apaixonada pela história, filosofia e prática da Não Violência e, desde 2016, venho colaborando com a construção de confiança e de diálogos mais saudáveis e construtivos para times e lideranças de grandes organizações como Itaú, Arcelor Mittal, Renner, Vale do Rio Doce, Emerald, Natura, Secretaria Municipal de Educação, Bradesco, Danone, Mercado Livre, entre outras. Também facilito dois cursos online de alta procura, “Comunicação Não Violenta” e “Cultura de Confiança”, ambos disponíveis através da Descola.org.
CURIOSIDADES: Às vezes me perguntam: “Que coisa, será que eu já não te conheço de algum lugar?” E isso acontece principalmente porque também sou atriz, canto-autora e locutora. Talvez você já tenha me visto e/ou ouvido no Spotify, na TV, no teatro, num show… Será? Atualmente lidero dois projetos musicais, “Primeiro ato: Tectônica”, meu show existencialista em que apresento as canções do meu primeiro álbum entre contos e cenas e a “Repentina”, banda de rock/ska que fundei com amigos pra falar de amor de um jeito diferente. Aliás, acredito que todo ser humano é plural e artista por natureza, e se permitir colocar esse lado em prática é extremamente saudável pra nossa mente e pro nosso coração. No mais, amo conhecer pessoas novas e viver em comunidade – fiz isso a maior parte da minha vida – e hoje estou finalmente experimentando morar sozinha com meu gato Trompete. Mas sei que é só uma fase, porque cada vez mais tenho convicção absoluta de que a felicidade mora nas relações, nas trocas que fazemos uns com os outros. Espero ficar velhinha ao lado de muitos amigos, equilibrando minha necessidade de solitude com minhas necessidades de paz, afeto, coletividade e claro, muita diversão, porque uma boa dose de alegria faz bem e a gente gosta!
Olá, sou Juliana Portas, mas aqui na Tiê me chamam de Ju Portas. Sou Fonoaudióloga formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas e, ao longo da minha carreira, busquei sempre aprofundar meus conhecimentos. Concluí duas especializações, além de Mestrado e Doutorado em Ciências/Oncologia. Durante muitos anos, dediquei-me a ajudar pessoas a recuperarem a fala e a voz que haviam sido alteradas pelo câncer.
Tive a honra de ser professora universitária e de pós-graduação, formando futuros profissionais da Fonoaudiologia e orientando pesquisas científicas.
Nos últimos 15 anos, tenho me dedicado intensamente à Comunicação, Voz e Expressividade, tanto individualmente quanto no ambiente corporativo, com treinamentos focados em Comunicação, Empatia e Escuta para lideranças e equipes.
Como facilitadora de Comunicação Não Violenta, já tive a oportunidade de colaborar com empresas renomadas, como Bradesco, John Deere, Porto, Consulado dos EUA, Consulado do Canadá, Boehringer, Daiichi-Sankyo, Escale, Hospital Sírio Libanês, Danone, Elo, entre outras.
Desde 2018, passei a direcionar meu olhar também para a população transgênero, oferecendo suporte na busca por uma comunicação que reflita sua identidade de gênero e contribuindo para que mais vozes possam ser ouvidas e respeitadas como merecem.
Minha abordagem é sempre pautada na empatia e na escuta transformadora, buscando conexões autênticas que revelam a complexidade e a beleza do ser humano.
CURIOSIDADES: Sou mãe da Lara, e foi por meio dela que meu interesse pela Comunicação Não Violenta se aprofundou. Acredito que é possível educar de uma forma diferente e que a comunicação baseada na empatia e na autenticidade é a chave para nos reconectarmos com nossa essência. É com a Lara que vivo as perguntas mais desafiadoras e as conversas mais enriquecedoras. Ela, todos os dias, me ajuda a exercitar minha escuta e a aprimorar a maneira como me expresso, em busca da tão desejada coerência entre o que penso, faço e falo.
Na mistura entre paixão por pessoas e facilidade com números e processos é onde venho desenvolvendo minha trajetória profissional. Sou graduada em turismo + administração de empresas + pós-graduada na área executiva pela Fundação Getúlio Vargas. Tenho mais de 16 anos de atuação no mercado de trabalho. Carrego na bagagem boas vivências profissionais e pessoais, incluindo experiência internacional e trabalho em áreas estratégicas em multinacionais. Possuo experiências em áreas de consultoria, treinamento e coordenação financeira, área administrativa, desenvolvimento humano organizacional, setor de qualidade, atendimento a clientes (e + algumas outras coisinhas). Sou entusiasta de CNV e na aplicabilidade dela nas minhas relações pessoais e profissionais. Fundei a Soul Financeiro, empresa que atua em parceria com o Instituto Tiê. Através dessa parceria, me integro à equipe prestando serviço nas demandas financeiras, de suporte e atendimento a clientes e potenciais clientes.
CURIOSIDADES: Trazendo um pouquinho mais sobre meu mundo particular, venho de uma ancestralidade indígena, africana e portuguesa que é mais perto de mim do que via nos livros de história. Amo aprender com a diversidade cultural e os saberes ancestrais que habitam aqui dentro e no mundo a minha volta.
Tenho uma alma viajante, e reencontro meu suspiro na natureza. Amo me conectar com lugares, pessoas, conversas, risadas, Luna e Jabuticaba (minha filha e sobrinha canina), cervejas, vinhos, novas experiências e apreciar o céu e a lua. Quando tudo isso se mistura, melhor ainda.
Tenho uma rede de balanço no lugar do sofá no meio da sala do meu apartamento e não tenho tv em casa. Opto por passar um tempo ali recebendo amigos, contemplando a vida, escrevendo e lendo.
Ultimamente estou tentando construir minha própria urban jungle e entre trancos e barrancos ela tá ganhando vida (iêêê). Me aventuro na culinária vegetariana, (desde que parei de comer carne) e na ayurvédica (desde que fiz um retiro na Índia). E é assim que me encontro no momento (sem querer me rotular).
Recentemente fiz uma viagem de volta ao mundo que me transformou absurdamente. Estou rabiscando um projeto para falar um pouco dessa (e outras) experiências. Esse projeto se chama “Mundadoria” – um compartilhamento a partir dos pilares: Mudança + Mundo + Curadoria, para mostrar reflexões entre mudanças no mundo interno e seus impactos no mundo externo a partir do movimento nosso de cada dia.
Oi! Meu nome é Pedro, mas na Tiê todo mundo me chama de Pê. Me formei em Design pela UNESP e produzo conteúdos digitais, como peças gráficas para redes sociais. Além disso, também faço boa parte da redação publicitária e newsletters da Tiê.
Meu trabalho é facilitar o que ensinamos e acreditamos aqui na Tiê de forma didática, visual e também acessível.
No Instituto Tiê, eu sempre busco retratar a diversidade e praticar a inclusão, trazendo narrativas e pontos de vista mais representativos para você que nos acompanha. Ou seja, quero que pessoas de lugares diferentes possam se sentir representadas pelo que falamos.
Para além do design gráfico, também trabalho com design de moda. Bem diferente, né? Eu amo toda essa mistura de conhecimentos.
CURIOSIDADES: Nalon também? Sim, sou irmão da Carol 🙂 E foi de acompanhar de perto e admirar o trabalho da minha irmã com a Comunicação Não Violenta que eu me interessei pelo tema e comecei a estudar sobre, participando dos cursos dela e estudando sozinhe, sempre interessade no poder da Não Violência na minha vida e das pessoas.
Você deve ter notado que escrevi várias palavras com “e” no final, como “interessade”. Isso é porque eu sou uma pessoa trans não binária e agênero, e faço uso de todos os pronomes, como ele/ela/elu/ile. No meu caso em específico, se um dia a gente conversar, você pode experimentar usar qualquer um desses pronomes e tratamentos de gênero comigo.
Além de tudo isso que eu trabalho e me interesso, eu também adoro estudar sobre design de moda e criar acessórios/ adornos corporais, escrever histórias fantásticas, jogar RPG, preparar café especial (é meu ritual matutino de lei) e dançar quando ninguém está olhando (e quando está olhando também).